Haviam-lhe destinado uma vida curta, esperava adormecer, numa data qualquer que já tinha mentalizado. Era isso, um registo na mente por ele mesmo... Porém, todos os dias acordava surpreso. E bem, sorria percorrendo o corredor, passo-a-passo pelo soalho de madeira, calcando o caruncho, descia as escadas descobrindo a luz do dia. Pisando a erva fresca, pelo orvalho do amanhecer, sentara o seu rabo nú, seguindo-se o seu corpo, acompanhava o aconchego da grama e muito bem centrado no seio do circulo de pedras brancas e fálicas, que ornamentavam o jardim. As pálpebras descidas, a mente parada, a sua consciência era o Nada, o que sentia não sentia, o cheiro das flores do jardim, o chilrear das aves, o zunido das (apis meliferas), e por vezes uma suave brisa, (sorriso) Rodolfo acreditava que seriam as borboletas que o acariciavam... manias de artista lunático! Ali, ficava Rodolfo, aguardando o final da manhã, esperando a luz no traço correcto do seu relógio solar. Sabia que vida era tão incerta, que pouco lhe importava o tempo que despendia no amanhecer, crendo que se fundia com toda a matéria terrena ele sabia que isso lhe trazia algo, qualquer algo que o transcendia, algo que não precisava de saber, mas sabia ser etéreo. Importava-lhe o que sentia, porque esse sentimento, não palpável, era sentido. Na verdade, isso não havia verdade, havia a manhã, o jardim, aves, insectos e flores e a verdade de Rodolfo, que mantinha a sua ligação com a matéria que toda a vida o transcendeu e teima em fundir-se, com Rodolfo que sorri todas as manhãs, deitando-se com gratidão no seu pequeno planeta, onde giram pedras brancas e o solo é verdejante, inspirando o perfume das suas flores e tomando um sorridente banho de sol.
outubro 24, 2012
Haviam-lhe destinado uma vida curta, esperava adormecer, numa data qualquer que já tinha mentalizado. Era isso, um registo na mente por ele mesmo... Porém, todos os dias acordava surpreso. E bem, sorria percorrendo o corredor, passo-a-passo pelo soalho de madeira, calcando o caruncho, descia as escadas descobrindo a luz do dia. Pisando a erva fresca, pelo orvalho do amanhecer, sentara o seu rabo nú, seguindo-se o seu corpo, acompanhava o aconchego da grama e muito bem centrado no seio do circulo de pedras brancas e fálicas, que ornamentavam o jardim. As pálpebras descidas, a mente parada, a sua consciência era o Nada, o que sentia não sentia, o cheiro das flores do jardim, o chilrear das aves, o zunido das (apis meliferas), e por vezes uma suave brisa, (sorriso) Rodolfo acreditava que seriam as borboletas que o acariciavam... manias de artista lunático! Ali, ficava Rodolfo, aguardando o final da manhã, esperando a luz no traço correcto do seu relógio solar. Sabia que vida era tão incerta, que pouco lhe importava o tempo que despendia no amanhecer, crendo que se fundia com toda a matéria terrena ele sabia que isso lhe trazia algo, qualquer algo que o transcendia, algo que não precisava de saber, mas sabia ser etéreo. Importava-lhe o que sentia, porque esse sentimento, não palpável, era sentido. Na verdade, isso não havia verdade, havia a manhã, o jardim, aves, insectos e flores e a verdade de Rodolfo, que mantinha a sua ligação com a matéria que toda a vida o transcendeu e teima em fundir-se, com Rodolfo que sorri todas as manhãs, deitando-se com gratidão no seu pequeno planeta, onde giram pedras brancas e o solo é verdejante, inspirando o perfume das suas flores e tomando um sorridente banho de sol.
outubro 22, 2012
outubro 16, 2012
Vives no meu coração de menino, atravessaste toda a minha vida... Dentro do meu mundo interior, uma estranha saudade, Uma ligação tão linda e brilhante. Um risco ténue de paixão, um amor aprisionado sempre prestes a explodir! Uma estranha parte de mim, tão doce, assim como o cheiro das flores da primavera Que pintam os campos da vida. Pareces ter feito sempre parte de mim, Uma forma de sentir-te com tanto carinho e amor, assim como o teu sorriso! Quando te via, passavas por mim ou te aproximavas tanto, Eu tremia descontroladamente, talvez desabituado da tua presença e o receio de parecer um louco, desalinhado do teu mundo. Quando te reencontrei, revi toda a doçura que há em ti, que cresceste e te tornaste uma mulher e numa pessoa lindíssima, e a luz que vejo no teu rosto é a mesma que sinto dentro do teu coração. Torço por ti e pela tua felicidade.
outubro 15, 2012
outubro 14, 2012
outubro 13, 2012
outubro 12, 2012
It Fits
No more tears, my heart is dry I don't laugh and I don't cry I don't think about you all the time But when I do - I wonder why You have to go out of my door And leave just like you did before I know I said that I was sure But rich men can't imagine poor. One day baby, we'll be old Oh baby, we'll be old And think of all the stories that we could have told Little me and little you Kept doing all the things they do They never really think it through Like I can never think you're true Here I go again - the blame The guilt, the pain, the hurt, the shame The founding fathers of our plane That's stuck in heavy clouds of rain. One day baby, we'll be old Oh baby, we'll be old And think of all the stories that we could have told.
Sou uma sombra vaga, o corpo esquecido. Não me recordo de mim... Não me recordo de mim. Do meu rosto e de como eu existia, e a minha face na palma da tua mão. Esqueci o brilho do meu olhar e os dias são vagos, e a memória é o horizonte desfocado de um fluxo de cores que trespassam um olhar vítreo e gelado. O meu amor morreu, na tempestade ruidosa de um momento, no temporal agressivo da imposição. Que impõe a sua vontade e razão,submete, e suprime! Esmaga porque sim, porque exige. Essa prisão que amarra, nas suas grades a liberdade e o amor. Ah, o amor, oceano calmo, pacifico, uma brisa carinhosa, que me toca e sorri no dia que adormece. Uma boa tarde solar, um beijo de sabor a mar. Um anoitecer e olhar o fogo hipnótico que nos aquece e conforta em qualquer noite de luar.
outubro 09, 2012
outubro 07, 2012
O amor encontrou-nos, na sombra de uma velha árvore. E perdeu-nos numa rua da grande cidade. A essência de ti, já a toquei, mas a tua forma física o teu rosto brilhante,ainda não me procurou no abraço diurno, entre os raios que abraçam o amanhecer, para que te beije a face e te adormeça, no embalo enternecedor de quem te olha e vê sonhar, segura das minhas carícias nesse teu rosto quente, e o sussurrar da tua voz doce e enamorada na faísca que precede o relampejo do trovão, e se conforta com o som da chuva na janela desse lugar, onde somos unos e o centro do mundo .
outubro 06, 2012
outubro 05, 2012
pearl jam day
"Man Of The Hour" Tidal waves don't beg forgiveness Crashed and on their way Father he enjoyed collisions; others walked away A snowflake falls in may. And the doors are open now as the bells are ringing out Cause the man of the hour is taking his final bow Goodbye for now. Nature has its own religion; gospel from the land Father ruled by long division, young men they pretend Old men comprehend. And the sky breaks at dawn; shedding light upon this town They'll all come around Cause the man of the hour is taking his final bow G'bye for now. And the road The old man paved The broken seams along the way The rusted signs, left just for me He was guiding me, love, his own way Now the man of the hour is taking his final bow As the curtain comes down I feel that this is just g'bye for now
outubro 01, 2012
. In life we have good and bad accidents
In life we have good and bad accidents, Life could be accidental, but probably there somekind of law, phisic or not, i called universe
A vida é um encontro e um adeus. um olá aos amigos, um coração aberto ao amor, um vislumbre de luz na retina da vida, um pestanejar ou um beijo de morte. Tudo começa onde acaba, mas nunca o mesmo retorna senão parte desse fim. Onde se diz adeus a um amigo, um avô, um irmão... ou a outro amor que se despede, de quando em quando da nossa vida. Podem fugir ou esconder-se, agir ou reagir de forma positiva ou negativa. Passar pela raiva, pela dor da saudade ou uma dolorosa nostalgia, nunca procurem encontrar o que perderam, pois o que vem é diferente, não substituirá nada perdido, é para receber de coração limpo, reafirmar o que aprendemos e superar as nossas falhas. Há poucas verdades inquestionavéis na vida(e é cansativa essa guerra de razões), mas um sentimento do qual nunca fugirão é o amor. Que nunca ainda assim, se sintam sós, pois não é essa a natureza do Homem nem a do animal. Todos os que vieram e os que foram, todos foram importantes. Grato
A vida é um encontro e um adeus. um olá aos amigos, um coração aberto ao amor, um vislumbre de luz na retina da vida, um pestanejar ou um beijo de morte. Tudo começa onde acaba, mas nunca o mesmo retorna senão parte desse fim. Onde se diz adeus a um amigo, um avô, um irmão... ou a outro amor que se despede, de quando em quando da nossa vida. Podem fugir ou esconder-se, agir ou reagir de forma positiva ou negativa. Passar pela raiva, pela dor da saudade ou uma dolorosa nostalgia, nunca procurem encontrar o que perderam, pois o que vem é diferente, não substituirá nada perdido, é para receber de coração limpo, reafirmar o que aprendemos e superar as nossas falhas. Há poucas verdades inquestionavéis na vida(e é cansativa essa guerra de razões), mas um sentimento do qual nunca fugirão é o amor. Que nunca ainda assim, se sintam sós, pois não é essa a natureza do Homem nem a do animal. Todos os que vieram e os que foram, todos foram importantes. Grato
setembro 30, 2012
Há uns dias atrás, em conversa sobre amores e desamores, um amigO disse me (e achei linda a maneira como o fez) que tinha saudades de voltar a gostar de alguém.. alguém com quem tivesse vontade de ir comer um gelado, percebes? Se percebo?! claro que sim, finalmente alguém que me consegue perceber tb a mim, pensei eu.. e sorri para dentro, afinal ainda há esperança, nem todos se limitam só aquela vontade de F… Hoje em dia é com muita facilidade que se encontra alguém para sair, mas encontrar alguém que se goste realmente é uma missão difícil, quase tanto ou até mais que acertar nos números do eurimlhoes!! (exagerando um bocadinho).. Corpos trabalhados, mas mentes vazias.. Talvez assim, se consiga explicar, porque é que há tanta gente enganada e outra tanta a enganar.. Porque ainda não encontraram o amor verdadeiro, aquela pessoa que não deixa espaço para mais ninguem.. ou talvez apenas nunca tenham sentido a tal vontade de ir comer o simples gelado.. A todas aquelas que encontraram o amor verdadeiro parabéns, aos que ainda não, como eu e o meu amigo.. keep trying, one day **
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