Sou uma sombra vaga, o corpo esquecido. Não me recordo de mim... Não me recordo de mim. Do meu rosto e de como eu existia, e a minha face na palma da tua mão. Esqueci o brilho do meu olhar e os dias são vagos, e a memória é o horizonte desfocado de um fluxo de cores que trespassam um olhar vítreo e gelado. O meu amor morreu, na tempestade ruidosa de um momento, no temporal agressivo da imposição. Que impõe a sua vontade e razão,submete, e suprime! Esmaga porque sim, porque exige. Essa prisão que amarra, nas suas grades a liberdade e o amor. Ah, o amor, oceano calmo, pacifico, uma brisa carinhosa, que me toca e sorri no dia que adormece. Uma boa tarde solar, um beijo de sabor a mar. Um anoitecer e olhar o fogo hipnótico que nos aquece e conforta em qualquer noite de luar.
outubro 12, 2012
Sou uma sombra vaga, o corpo esquecido. Não me recordo de mim... Não me recordo de mim. Do meu rosto e de como eu existia, e a minha face na palma da tua mão. Esqueci o brilho do meu olhar e os dias são vagos, e a memória é o horizonte desfocado de um fluxo de cores que trespassam um olhar vítreo e gelado. O meu amor morreu, na tempestade ruidosa de um momento, no temporal agressivo da imposição. Que impõe a sua vontade e razão,submete, e suprime! Esmaga porque sim, porque exige. Essa prisão que amarra, nas suas grades a liberdade e o amor. Ah, o amor, oceano calmo, pacifico, uma brisa carinhosa, que me toca e sorri no dia que adormece. Uma boa tarde solar, um beijo de sabor a mar. Um anoitecer e olhar o fogo hipnótico que nos aquece e conforta em qualquer noite de luar.
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