quando o teu beijo doce tocava a minha pele
e o teu olhar brilhava, iluminava o meu
quando as tuas maos se abraçavam nas minhas
e o nosso calor enternecia os nossos coraçoes, eu sentia-me feliz
ah... e quando os nossos corpos se abraçavam
a minha alma era completa entrelaçava-se na tua
e via-se preenchida, eramos felizes na simplicidade de amar
e sentia-me pequenino quando o teu amor era por mim tao grande
que nao sabia como fazer... ficava em admiraçao, como se nao pudesse crer ser assim tao amado. vivo na gratidao do amor que me deste, e vivo triste pela perda do nosso amor... algo me sussurra um pouco de fé, algo me sussurra a aceitaçao para que aceite que o nosso amor nao tem mais forma de viver. e lamento tanta dor, tanta falta... o meu coraçao nao sabe dizer-me até quando estará de luto ou até quando manterá a esperança, mas sabe dizer-me tudo o resto e que em toda a sua dimensao tu continuas a ocupar uma boa parte do seu sentir.
Finjo-te sentir nos meus braços, finjo-te dormir no meu peito, so nao finjo a saudade que me doi nao ser verdade o teu corpo fisico abraçado no meu.
1 comentário:
Porque será que as pessoas só dão valor quando perdem. E porque será que só tive direito a outro poema, quando me tornei novamente inacessível.
Deus vai mandar-te outra musa para poderes corrigir os teus erros de homem.
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