do antigo medo da infância regressas
por onde pedras raízes e bichos se tocam
amam e dormem juntos na euforia dos sonhos
memória de etér e de ar que se fende
à tua passagem de criança ressuscitada
mas logo se abate um pássaro o morto á fisgada
sobre o rosto a mão queimada uma nuvem
sobe dos teus passos perturbantdo
o limpo horizonte daquele olhar
vives para sempre na distante fímbria da noite
onde enterraste os fosforescentes jogos
da loura criança em ti assassinada
Excerto de O livro dos Regressos
1 comentário:
Não queiras comer mais mousse de cafe se andas com dor de barriga. Trata do teu doi doi, e fica feliz. O doce vem depois...seja de que sabor for.
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