setembro 13, 2012


Tudo o que perde o equilíbrio se desiquílibra, cabe ao povo impôr-se, os que não se incomodam hoje, decerto se incomodarão amanhã, a ganância dos mercados financeiros e a supremacia de países mais fortes deve-se à necessidade óbvia de enriq uecer oprimindo o crescimento dos outros, mais fracos e enfraquecidos, pela cegueira da riqueza desmedida e poder fictício, limitando o acesso aos seus próprios recursos, para que consumam o dos países que se fortalecem dos que se consomem à submissão. A submissão nunca honrará ninguém, precisamos de armas, e a nossa arma é a voz, o trabalho e o direito de não trabalhar, o direito de não colaborar com um sistema corrupto, opressivo... o instinto de sobrevivência é inerente ao Homem e ao animal, vive-se hipnotizado pela oferta consumista e pelo egoísmo, que parece dever-se à falta de respeito pelos outros, pelo planeta e todas as criaturas. A revolução, passa pela luta dos direitos do Homem, por um projecto sustentável que englobe comunidades auto-suficientes e o direito ao conhecimento, onde não haja espaço para lavagens cerebrais, nem informação medíocre dos media. Onde não haja uma comunidade desigual, onde não se façam guerras por matérias-primas e se roubem terras às comunidades tribais, para beneficio dos ricaços e outros abutres oportunistas. Foram conquistados direitos universais e sociais e é ridículo essa meta continuar ignorada, aqui e em todo o mundo. Que todos lutem pelos direitos de cada um e de todos, aqui e não apenas aqui, mas em todo o lado para que se contagiem pela liberdade e nunca pela submissão. A classe politica, grupos com grande poder financeiro, e outros tantos foram subtilmente adquirindo benesses e direitos, que são suportados pelas classes sociais oprimidas (das quais retiram direitos), ganhando quantias exorbitantes, como a classe politica e certos euro-deputados, tudo isso é pago ou saqueado, da classe média e operária com vencimentos inferiores de "25 a 60 ordenados" mínimos de um trabalhador português, enquanto no nosso país, saqueiam o povo numa esmifrante impiedade, sem mexer nos pesado sistema politico disfuncional e ostensivo, nessa sua vaidade e cisma contínua na destruição do seu próprio povo

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