não comentando sobre linhas apagadas por
goma de resina emborrachada
a mordaça no coração
aflito de dor rebenta em gritos
apertados no sangue enregelado
de saudade e amor reprimido
na dúvida do perdão
sem culpa aparente, lógica razão que tormenta
a dor de um choro impedido na retina
sem saber que fazer, sem noção da realidade
sem noção do próprio Eu
foi a felicidade travada
apelando á reflexão incapaz de qualquer raciocinio
amordaçado coração
procura alivio na consciência
não questiones a vida por mero acaso.
o passado atrás das costas caido no carreiro
perdido, conteúdo vazio de objectos desnecessários
preparou o dia de amanhã... terá despertado e partido.
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