Manu (da raiz verbal homem em sânscrito) na mitologia Hindu é o filho de Svayambhuva, pai e marido de Ila. Na Teosofia os Manus não são homens, mas um coletivo. Eles são considerados os "pais da humanidade". São um nome genérico para os Pitris, os progenitores da humanidade.
Pitris lunares, segundo a Teosofia, foram os progenitores da raça humana. Por isto, são também chamados de "Pais". Os Pitris lunares provêm da cadeia da Lua (veja cadeia planetária), enquanto os solares são os Dhyan-Chohans que possuem todos os fogos espirituais-intelectuais. Os Pitris lunares são os construtores dos princípios inferiores do Homem, enquanto os Dhyan-Chohans são os responsáveis por fornecer ao Homem a Mônada, a Essência divina.
Dhyan-Chohans (do sânscrito, dhyani, contemplação; e do tibetano, chohan, senhor) é uma expressão usada na Teosofia para designar uma hierarquia de seres divinos.
Os Dhyan-Chohans incluem desde seres espirituais de classes mais altas, com auto-consciência, que são os arquitetos do Universo, descendo até seres com semi-consciência que seguem a ideação transmitida a eles pelo espírito cósmico.
Segundo a Teosofia, os Dhyan-Chohans são, em certo sentido, os próprios homens, pois foram eles que forneceram a Mônada, a Essência divina do Homem.
Há sete classes de Dhyan-Chohans, associados aos sete planetas sagrados do nosso sistema solar.
Os Kumaras (em sânscrito: ku, com dificuldade; mara, mortal) são, segundo a Teosofia, os seres que deram ao Homem a sua Alma Imortal, a consciência divina. A palavra significa literalmente "menino ou adolescente que não passou dos quinze anos", e, em sentido figurado, quer dizer puro ou inocente.
Eles são seres espirituais que foram destinados a passar pela experiência da matéria, tornando-se mortais, materiais, o que deu origem à lenda Cristã dos Anjos Rebeldes ou Caídos. Contudo, seu líder, Sanaka, é o protótipo de São Miguel e dos demais arcanjos, e interpretações esotéricas da lenda dizem que sua "revolta" constitui-se na simples recusa de procriar, como ascetas virgens que eram, escolhendo favorecer a humanidade a partir dos planos invisíveis e deixando a geração das formas materiais para entidades menos evoluídas. Eles são uma classe de arupa ou Pitris solares.
O Código de Manu (séc. II a.C.- séc. II d.C.) é parte de uma coleção de livros bramânicos, enfeixados em quatro compêndios: o Mahabâta, o Ramayana, os Puranas e as Leis Escritas de Manu. Inscrito em sânscrito, constitui-se na legislação do mundo indiano.
Historicamente as leis de Manu, são tidas como a primeira organização geral da sociedade sob a forte motivação religiosa e política. O Código é visto como uma exaustiva compilação das civilizações mais antigas. O Código de Manu não teve uma projeção comparável ao Código de Hamurabi, porém se infiltrou na Assíria, Judéia e Grécia. Em certos aspectos é um legado comparado ao deixado por Roma à modernidade.O CÒDIGO DE MANU
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